A indignação está no ar, todos os dias ficamos indignados com diversos exemplos de corrupção, crimes hediondos e todos os ondos da vida, aumento de passagens e etc. Teria que dispensar diversas linhas para descrever todos os tipos de assuntos que nos incomodam.
Porém o que mais me incomoda, e acho eu que a outras pessoas é a nossa morosidade , nossa inoperância diante de tantos “absurdos” que nos chocam diariamente. Recebo semanalmente uma revista que sempre traz em suas matérias coisas que nos chocam e causa espanto, a quantidade de dinheiro que é desviado, nosso dinheiro desviado para bolsos de poucos, que de uma hora para outra se tornam milionários de uma hora para outra.
Porém qual minha atitude diante de tudo que leio ?
Acho que a minha atitude, quer dizer, a minha atitude é a mesma de vários outros. Lemos a matéria e deixamos pra lá.
A impressa cumpre seu papel?
Sempre que acordo, passo em alguns canais de nossa programação local. Assusta ver o apelismo de alguns para ter a tão falada audiência.
Outro fato que me chama a atenção são os mecanismos do estado à disposição de um determinado programa de tv, para que esse faça as suas matérias, se é que podemos assim chamar de matéria o que vemos diariamente.
Que texto sem nexo , sem logica...
Ou tem uma logica?
Claro que tem. Estamos sem logica em nossas vidas, simplesmente aceitamos e acatamos. Somos inoperantes, acomodados.
Uma vez em um dos textos que escrevi questionei se fazíamos nossos papeis de cidadãos...
Falta muito para realmente sermos cidadãos , na sua essência da palavra, na sua mais pura essência.
Continuaremos aceitando corrupção, aumentos abusivos, desmandos, programas ruins de tv...
Somos assim mesmo, somos brasileiros.
Ao ligar a televisão me deparei com a indignação de um determinado apresentador sobre um comentário numa rede social, onde um certo ator fez comentários depreciativos ao estado do Piauí, especificamente sua capital Teresina.
Que infelicidade do cara, num mundo globalizado onde as notícias se espalham com uma facilidade incrível, será que ele foi tão ingênuo a ponto de imaginar que ninguém no Piauí fosse ler seu comentário ? Quanta ingênuidade!!!
Sou Pernambucano de Recife, radicado há alguns 12 e poucos meses em Teresina. Alguns amigos meus de Recife vivem me perguntando se retornarei a Recife; sinceramente não pretendo retornar tão cedo. Estou numa Cidade quente, quente em todos os sentidos. climaticamente falando muito quente, porém o calor humano das pessoas, dos piauienses, supera até mesmo o calor dos termômetros que chega a marcar os seus 40 graus. Sim, cidade de pessoas bonitas, inteligentes e acolhedoras...
O que será que passou na cabeça desse pobre rapaz? Isso mesmo, POBRE RAPAZ, ao chamar uma capital de C... do mundo? Deve se achar muito superior, se julga parte de algo muito superior para se dar ao direito de fazer um comentário infeliz como esse. De uma cultura tida como muito superior às demais, então somos parte de uma sub-cultura, assim posso afirmar ao ler esse comentário.
Sub? Será que existem sub-culturas? Num país de dimensões globais como o nosso? Na minha opnião não existem sub-culuras; deve existir sim uma valorizaçãoo e respeito pelas diversas culturas existentes no mundo.
Lembro de uma prática comum na Antropologia, onde eles ao se inserirem num determinado meio cultural, procuram conhecer e viver os costumes sociais e culturais do local, sem esquecer de suas origens, fazendo sim um intercâmbio de culturas. Nunca menosprezando a cultura de local onde estão inseridos.
Poxa, é tão legal você fazer uma comparação saudável dos seus costumes com os costumes do local onde você está, pessoas tirando onda de seu sotaque, comol fazem comigo ao falar o tradicional VISSE que caracteriza o pernambucano , a chiadeira de meu sotaque, porém de maneira saudável e divertida.
Devemos sim valorizar a nossa cultura, porém nunca devemos desmerecer as demais culturas. Existem sim cidades mais desenvolvidas que outras, porém, o que determina isso são números e não as pessoas que moram nessas cidades, nem suas culturas...
Wendel Dantas é sociólogo.
Hoje fui acometido de uma energia massa fluindo em meu corpo.
coisas boas que essa terrinha gostosa de ser tem a oferecer é ser bairrista, então massa, somos bairristas sim, com muito orgulho...
Irei agora escrever sobre um assunto que me chamou a atenção há alguns anos atrás durante meu relacionamento com uma médica, onde algumas situações começaram a me incomodar, essas inquietações me instigaram a escrever sobre um assunto que é o Fenômeno da morte no cotidiano do médico, na verdade esse assunto virou tema do meu projeto de pesquisa e quero aqui partilhar algumas das palavras que fazem parte do meu projeto de pesquisa.
Precisamos então refletir mais uma vez sobre as relações que permeiam nosso dia a dia, será que estamos preparados ?
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Recentemente venho me perguntando quais os sentimentos que movem as pessoas a tomarem uma determinada atitude, porque ainda vemos certos tipos de ações que nos causam perplexidade?Só sei de uma coisa, oh bicho difícil é o ser humano.

Assistimos diariamente em nosso cotidiano situações que sugerem que questionemos se realmente sabemos viver em sociedade. Cito como exemplo uma coisa bastante comum e pode assim dizer constante nas grandes cidades: A questão do trânsito. O que o trânsito tem haver com o que foi falado acima? Pois é, o desrespeito as normas de trânsito são tão gritantes, tão claras, chegam a incomodar. O desrespeito em minha opinião não e somente as leis escritas, são acima de tudo sociais, pois elas agridem a nós cidadãos, veja bem “CIDADÂOS”, que praticamos a cidadania, o direito de ter direito.
Para que um grupo se mantenha coeso e em harmonia existem regras de conduta, essas orientam como devemos agir no processo de interação social, controla nosso comportamento no meio a qual estamos inseridos, essas regras segundo os livros de sociologia são as NORMAS SOCIAIS, ainda segundo os livros essas dizem o que é ou não permitido, e teoricamente devemos seguir essas normas, concordando ou não com elas, devemos seguir as mesmas. A toda norma está atrelada uma sanção social, que podem ser aprovativas ou reprovativas, se você cumpre as normas está fazendo o que se espera de você, se você não cumpre está sujeito as sanções reprovativas, está sujeito as penas da lei e da sociedade, sim, pois estamos sujeitos as sanções constantes em nossa constituição como também as sanções de nossa sociedade, pois somos constantemente julgados pela sociedade e seus grupos sociais (familiar, vicinal, educativo, religioso, lazer e profissional). Volto a falar sobre o trânsito, pois podemos assim dizer que é claro exemplo de vivência social, carregado de regras de conduta, as chamadas normas sociais, regras essas que são constantemente desrespeitadas por nós mortais. Conversões proibidas, paradas proibidas, número excessivo de passageiros em motocicletas… gastaria aqui muito tempo descrevendo proibições que são cometidas, e olhe que no caso do trânsito é arraigado de símbolos, outro tópico discutido nas Ciências Sociais, símbolos esses que são carregados de valores e significados abstratos, como exemplo cito a vogal E com uma faixa cortando a mesma, acredito que todos nós sabemos o significado desse símbolo, porém muitas vezes ignoramos esse símbolo, fora outros bastantes íntimos de nosso cotidiano. Não existe respeito nas convivências diárias, xingamos, fazemos uso de gestos bruscos… Resumindo não respeitando as leis da boa convivência, devemos refletir sobre o nosso papel dentro da sociedade e se estamos cumprindo normas que são essências para a convivência social.
As pessoas que detém o poder da comunicação em suas mãos devem refletir sobre o seu papel nesse contexto acima descrito, o coletivo é importante ou interesses individuais são mais relevantes? O que fazem as instituições de ensino para mudar esse quadro? Preparam os indivíduos para viver em sociedade ou simplesmente numa sociedade voltada para o lucro individual?
VAMOS REFLETIR !!!

Quatro anos de experiência em sala de aula, basicamente em escolas públicas.
Tudo teve inicio no meu primeiro ano de graduação e Licenciatura em Ciências Sociais, junto com um grupo de colegas de curso aprovamos junto a Universidade Federal de Pernambuco um projeto de extensão denominado de Caravana da Cidadania, esse projeto tinha como objetivo promover as noções básicas de cidadania com ênfase nos conceitos básicos da Sociologia. Para chegar aos assuntos que seriam discutidos em sala pedimos que os alunos colocassem seus assuntos preferidos num papel, o assunto de maior preferência foi sexo, sendo seguido por drogas e a questão da violência. Vivi diversas e inusitadas experiências na escola escolhida para a implantação desse projeto, essa escola está localizada na periferia da cidade de Recife num bairro que leva o nome de Lagoa Encantada. Convivi com personalidades diversas, crenças diversas, sexualidades diversas. Umas das experiências vividas que me marcaram foi quando fui tratar do assunto SEXO, o que primeiro me chamou a atenção foi a ignorância da grande maioria dos jovens no que diz respeito ao conceito do tema sugerido, a questão do SEXO para eles, em sua grande maioria a relação sexual era o tema principal e talvez único quando se fosse discutir o assunto. Colocarei aqui para vocês algumas situações que me foram vivenciadas, uma delas foi ao chegarmos à escola, vale salientar que sempre íamos a escola em dupla, fomos abordados por uma jovem que deve ter entre 15 e 18 anos de idade e essa perguntou se éramos os professores de sexologia, explicamos a ela que éramos de Sociologia e para nosso espanto fomos surpreendidos pela decepção da jovem, explicamos a ela que um dos assuntos que iria ser discutidos era a questão da Sexologia, e mais uma vez nos surpreendemos com mais uma reação da aluna, simplesmente do nada ela se virou para nós e soltou que no que diz respeito a sexo ela gostava dos três B, cito também o dia em tratamos da questão dos métodos contraceptivos, ouvi cada absurdo dos alunos que até hoje não consigo esquecer, usar coca-cola após a relação sexual, saquinho de picolé e bola de festa como método contraceptivo. Essas foram algumas das experiências vivenciadas durante o ano de duração do projeto Caravana da Cidadania.
Depois por uma obrigação curricular tive que procurar uma escola para poder atender as obrigações da disciplina Pratica de ensino 1, fui parar na Escola Alberto Torres, uma escola publica estadual, localizada no bairro de Tejípio situada na cidade de Recife. Nessa escola também vivenciei diversas situações, ajudei a alunos a desenvolverem temas diversos para feira de ciências, debates e mais debates na sala de aula, enfim, vivenciei múltiplas situações que me fizeram crescer como ser humano. Não irei me prender nas situações vivenciadas nesses quatro anos de vivencia escolar. Quero aqui partilhar com vocês algumas reflexões feitas ao longo desses quatro anos e principalmente no primeiro momento ao vivenciar a realidade da comunidade a qual fui inserido.
Vivia numa redoma de vidro, numa realidade muito restrita, desconhecia outra realidade, uma realidade repleta de problemas sociais, onde jovens estão envolvidos em situações que vão desde o consumo de drogas, bebidas alcoólicas, sexo precoce dentre outros problemas.
Precisamos sair, quebrar a redoma de vidro que nos protege, abrir os vidros de nossos carros refrigerados pelo ar-condicionado, analisar o que leva a pessoas a baterem nos vidros de nossos carros e pedir uma moeda para comprar um pão... Não precisamos perguntar a essa pessoa o porquê . Devemos sim perguntar a nós mesmos, fazer uma reflexão e ver quem são os culpados.
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A arte de criar, expressar sentimentos em palavras, tintas, acordes... Diversas formas...Enfim.
O que diferencia um artista de pessoas consideradas "normais"? O que motiva as pessoas ? O que torna diferente as pessoas? Fico aqui me questionando, onde me enquadro...?
Olha para minha amiga Adriana Bandeira nessa foto ai ao lado e me pergunto, COMO ELA CONSEGUE? A mulher parece que é de elástico... Pessoas cheias de inspiração, essa fluindo pelos poros, circulando pelas veias, caldeirão de idéias, efervecência de tudo que se posso expressar através de palavras, gestos, tintas...
Estamos tão ligados a uma rotina diária, que às vezes esquecemos que temos sentimentos, que pensamos, somos tão alienados que esquecemos de nos expressar... Um gesto, um carinho, uma palavra, um aperto de mão bem apertado, um beijo, um desenho rabiscado num papel
... Vamos propragar emoções, boas emoções, bons fluídos, boas energias, vibrações positivas, ou como diriam os chamados "alternativos" : BOAS VIBES... Será que distribuir gentileza é tão difícil ? Ela um dia disse : "Apagaram tudo, Pintaram tudo de cinza, A palavra no muro,Ficou coberta de tinta, Apagaram tudo,Pintaram tudo de cinza,Só ficou no muro,Tristeza e tinta fresca..."
É tão dificil assim distribuir gentileza? Seja de que forma for, através da dança, da música, de uma palavra escrita, uma pintura, através de um sorriso...
Queria que não fosse tão difícil assim... Volto a me perguntar . Que sentimentos movem as pessoas? Que sentimentos movem Adriana Bandeira? Que sentimentos movem a Dandinha? Que sentimentos me movem nesse momento?
GOOD VIBES !!!