45Graus
Henrique César
Tô Fichado
23-05-2012 16:11:00

No trabalho, seja criativo!

*Por Cíntia Bortotto


Muitas pessoas me perguntam se criatividade e inovação são pedidos no ambiente de trabalho. A resposta é: sim!

Cada vez mais, as empresas precisam inovar para crescer, sejam seus produtos, serviços, modelos, mercados ou processos. Mudar e inovar são palavras de ordem que remetem a mais lucro. Portanto, as organizações precisam contratar profissionais que pensem de forma criativa.

O processo criativo - O processo da inovação é composto por duas fases. A primeira é a chamada divergente. Nela, geramos opções (lista de ideias, dados, alternativas, sugestões, etc.). É importante muita imaginação e conhecimento. Não podemos esquecer que, para a imaginação fluir, é imprescindível ser flexível e buscar a originalidade. E também é importante não ter medo de errar.

A segunda fase é chamada convergente. Nela, são analisadas as ideias geradas na primeira fase, que precisam ser melhoradas e refinadas. Esta etapa é permeada de análises, combinações, melhorias e escolhas. O foco desta etapa é como podemos fazer o trabalho da melhor forma. Buscar qualidade e aplicabilidade, sem perder a essência e a originalidade do conteúdo inicial.

Você é criativo? Faça o teste!

Pensamento criativo - Capacidade de gerar um grande volume de ideias , conceitos, pensamentos ou respostas . Pergunte-se: Quantas maneiras há de resolver um desafio? Quantas formas ou materiais diferentes eu posso encontrar?

Flexibilidade - Capacidade de lidar e produzir diferentes formas de informação ou pensamento. Uma pessoa flexível tem mais facilidade para lidar com mudanças e diferenças. Pergunte-se: De que outro ângulo posso olhar o meu projeto? Que diferente abordagem posso dar ao mesmo assunto?

Originalidade - Habilidade de gerar o novo, o diferente, o singular. Perguntas possíveis: O que ninguém pensou ainda? O que tornaria a minha ação diferente do que outra que já existe?

Melhoramento - Capacidade de melhorar, embelezar, refinar um pensamento ou conceito, adicionando detalhes ou profundidade a uma ideia. Pergunte- se: O que mais eu poderia acrescentar para ficar melhor do que está hoje?

Sensibilidade - Capacidade de descobrir ‘o coração do problema ou da oportunidade'. É uma combinação da intuição com alta capacidade de análise.

Liberdade - Estar livre de bloqueios internos, preconceitos e pressões externas. Ter coragem para manter ideias e opiniões. Inove, crie, tanto para contribuir para a sua empresa quanto para a sua própria carreira. Siga confiante e boa sorte!

 

23-05-2012 11:33:00

A comunicação que as empresas valorizam

Por Soeli de Oliveira

Especialistas afirmam que 60% dos problemas das organizações são oriundos de falhas na comunicação. Comunicação vem do latim Communicare, que significa “pôr em comum”, “entrar em relação com”. A Comunicação é o processo de emissão e retorno de informação.  Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efetivou.

Em comunicação, três regrinhas são básicas:


1. É muito difícil dissociar o que é dito de quem o diz.

2. O que dizemos não é necessariamente o que as pessoas entendem.

3. O que elas entendem é mais importante do que o que dizemos.

A comunicação interpessoal é de suma importância para o futuro tanto pessoal como profissional das pessoas.  Mas, afinal, que estilo de comunicação as empresas valorizam?

Saber se comunicar faz diferença. É através da comunicação que alcançamos sinergia dentro do ambiente organizacional, visto que ela nos permite unir os esforços e promover a integração entre as pessoas e departamentos. São três os modelos predominantes de comunicação: passiva, agressiva e assertiva.

Passiva: é aquela que o sujeito não expressa suas necessidades, nem os seus desejos, não dá opiniões, nem tão pouco  defende os seus direitos. É o comportamento passivo em que a pessoa falha na expressão de suas necessidades ou preferências, emoções e opiniões. Se ela é a primeira a violar seus próprios direitos, acaba por dar ao outro a permissão de também fazê-lo.

 
Agressiva: implica na defesa dos seus direitos pessoais de uma forma hostil, exigente, ameaçadora ou punitiva para com o interlocutor. Expressa sentimentos, pensamentos e opiniões não levando em conta os direitos das outras pessoas.  Faz tentativas constantes de dominar os outros e impor a sua posição;

Assertiva: expressa os próprios sentimentos, necessidades e direitos ao mesmo tempo em que respeita  os direitos das outras pessoas. Assertividade é a capacidade de auto-afirmar os seus próprios direitos, sem deixar-se manipular e sem manipular os demais. É comunicar direta e honestamente o que se quer, considerando também os direitos e intenções das outras pessoas. É um comportamento que permite defender os próprios direitos sem violar os direitos dos outros. É uma atitude de respeito a si e aos outros. A pessoa assertiva se preocupa com os fatos, já o não assertivo foca o agente dos fatos.

O conhecimento das diversas formas de se comunicar nos permite refletir sobre a melhor maneira de relacionar-se com as pessoas e de emitir mensagens. O ideal é que as mensagens sejam comunicadas de forma assertiva – com uma intenção clara e objetiva, com coerência entre sentimentos, pensamentos e atitudes.
 

Assertividade vem de “Assero” que significa afirmar. Afirmar não é acertar.  Portanto, não se trata de acertar, mas de saber se firmar e afirmar. A assertividade é a arte de defender o próprio espaço vital, físico, mental ou emocional, sem recuar e sem agredir.

Afirmações Assertivas:

1. Comece com a palavra “eu”.

2. Expresse o seu sentimento, pensamento ou necessidade.

3. Fale sobre o comportamento de quem causou o conflito.

4. Expresse a consequência ou mudança que você deseja e o porquê.

Evite Expresões Como:

 
    Eu acho que
    Não tenho certeza
    Veja bem, acho que
    Gostaria de dizer (Diga)
    Queria te perguntar (Pergunte)
    Pode ser (É)
    Não sei, qualquer um
    Vou estar apresentando (Apresente)
    Eu queria mostrar (Mostre)
    Não poderia deixar de estar aqui presente (É um prazer estar aqui)

 

Prefira A Linguagem Positiva:
 

    Problemas x Desafios.  
    Custos x Investimentos.
    Culpados x Responsáveis.
    Crise x Oportunidade.
    Velho x Experiente.
    Arrogante x Autoconfiante excessivo.
    Covarde x Excesso de cautela.
    Não falte x Compareça.
    Não esqueça x Lembre-se.
    Mas x E.

 
Já percebeu o quanto a assertividade está fazendo falta hoje?

 
 
Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios

22-05-2012 11:28:00

A perda de informações sensíveis e suas consequências

Por: Fernando Romero*

Você sabe onde estão suas informações sensíveis? Se sim, você dá a devida proteção a elas? O mais recente caso de tentativa de extorsão e vazamento de fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann, além de outros fatos corriqueiros que tenho observado nas empresas, me fez constatar que as pessoas ainda não dão a devida importância à guarda de informações. Um caso como o mencionado é exponencialmente maior quando falamos de um ambiente corporativo, no qual existem vários meios de manipular dados e mantê-los em dispositivos suscetíveis a perdas, roubos e ataques.

Imaginem o quanto valeriam os projetos de um novo tipo de motor, ou o planejamento publicitário anual de uma empresa para um concorrente? Essas informações, que devem ser protegidas e ter o seu uso monitorado, podem ser duplicadas e copiadas. Dados como esses podem cair nas mãos de um competidor, ou até mesmo um fraudador. A empresa pode ainda ser responsabilizada pelo vazamento de informações caso sejam dados financeiros de seus clientes, por exemplo.  

Antes de começar a proteger as informações, necessitamos saber onde elas estão. Nessa fase entra o trabalho de classificação e descoberta, que começa pela identificação do que é realmente sensível. Após isso, investiga-se por onde são manipuladas, trafegam e são guardadas. É nessa fase que saberemos a visão real de exposição a qual uma empresa está sujeita e para onde devemos apontar os esforços.

Soluções como DLP (prevenção contra vazamento de informações) podem ajudar empresas, em primeiro lugar, a encontrar as informações sensíveis e relevantes ao negócio e posteriormente protegê-las. Desde nas estações de trabalho, em tablets, no tráfego que passa pela rede e até nos locais de armazenamento, como servidores de arquivos. Uma segurança adicional pode ser obtida com o uso de criptografia de dispositivos móveis como notebooks, tablets e smartphones. E finalmente, para validar esses controles, é interessante a execução de um teste de invasões, externo e interno, uma vez que grande parte das ameaças ocorre dentro do próprio ambiente de trabalho. Com esse tipo de teste é possível avaliar em quais pontos serão necessários controles maiores.

Normas e regulamentações como Sarbanes Oxley, PCI, HIPAA, Basiléia e GLBA exigem que informações sensíveis sejam protegidas. Claro que muitas dessas regras não são obrigatórias no Brasil ou conforme a atividade da empresa, porém seus controles podem ser adaptados à realidade da corporação. Na maior parte das vezes a tecnologia por si só não resolve o problema, devem ser feitas algumas mudanças nos processos de atividades. A impressão é um exemplo, frequentemente são encontrados documentos abandonados nas impressoras e muitos deles são restritos a um setor, ou nem deveriam ser impressos.

Para finalizar, segue uma dica para pessoas que continuam mantendo fotos e arquivos importantes em dispositivos móveis, ou armazenando-os no seu computador pessoal: assim que possível, mova esses arquivos para um local mais seguro como um volume criptografado. Para usuários domésticos recomendo o software open-source True Crypt (www.truecrypt.org), que pode realizar muito bem essa tarefa. Já para os usuários corporativos, por conta da complexidade no gerenciamento e dos recursos envolvidos, serão necessárias soluções de mercado que demandem investimentos.

 

*Fernando Romero é Arquiteto de Segurança da ARCON Serviços Gerenciados de Segurança

16-05-2012 17:26:00

Compreenda para ser compreendido

* Erika de Souza Bueno


Verdades e inverdades fazem parte do nosso dia a dia e, ao que parece, o estabelecimento de características únicas que possam nos identificar está se tornando cada vez mais difícil. Por exemplo, diante do mau humor do chefe, somos compreensivos, pois ele, quem sabe, não está numa fase boa. Ao recebermos uma bronca do nosso superior lá no trabalho, ficamos quietos, fingimos não ter sido conosco, deixamos passar.


Quando somos injustiçados pelo coordenador, falamos a ele com toda a educação e profissionalismo. Se formos incompreendidos na empresa em que estamos empregados, acabamos até desenvolvendo dores estomacais diante das pressões que nos sobrecarregam.
 
Contudo, diante de qualquer deslize de um vendedor, de um garçom ou de qualquer trabalhador que julgamos inferior à nossa escala no mercado de trabalho, as coisas perdem totalmente essas características. Assim como uma máscara que cai e demonstra a face desnuda de quem se protegia atrás dela, mostramos, às vezes, diante de qualquer pessoa que esteja em situação de desvantagem em relação a nós, importantes aspectos do nosso jeito de ser.
 
Algumas vezes, nem parecemos mais as mesmas pessoas, somos ousados e, cheio de razão e direitos, falamos como se fôssemos os donos da verdade, sem nos atentar de que estamos, infelizmente, agindo de uma forma pela qual que não gostaríamos de ser tratados.


Fechamos os olhos e não perdoamos, em hipótese alguma, o fato de o garçom ter demorado um pouco mais para nos atender, o fato de a vendedora de sapatos não sorrir enquanto nos atende, o fato de, por um acaso, a resposta de alguma atendente ter sido um pouco ríspida. São fatos, é verdade, mas que não justificam nossa intolerância, uma vez que não somos assim com pessoas que ocupam graus mais elevados na escala social.


Caso estejamos agindo assim, do que reclamamos quando não somos compreendidos pelos nossos superiores? Por que, então, nos queixamos de a vida e o nosso trabalho não pararem para conseguirmos, pelo menos, secar as lágrimas causadas por uma dolorosa perda? Queremos, por um acaso, que a vida seja injusta a ponto de nos tratar bem quando nós tratamos de modo ríspido e intolerante alguém que fere qualquer direito que julgamos ter?


Por que será que não consideramos a dor que causamos num atendente quando o denunciamos ao seu superior, quando aquilo que nos feriu significa tão pouco? Por que somos insensíveis a ponto de achar que o garçom não tem direito de estar num dia não muito bom quando, na verdade, queremos ser compreendidos em nossas dores? Quem sabe seja porque gostamos mesmo é de ter nosso ego massageado, queremos ser tratados como reis e rainhas. Afinal, trabalhamos duramente para isso.


Por isso, talvez, é que a vida tem sido tão dura para muitas pessoas, pois elas, muitas vezes, foram duras e insensíveis com tantas outras. É hora de quebrar esse círculo de dor, de romper com hábitos impensados, de considerar os outros como queremos ser considerados.


* Erika de Souza Bueno é Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família. 

16-05-2012 09:57:00

Veja dez dicas para se ambientar nos primeiros dias de trabalho

Quem começa em um novo emprego precisa ser cauteloso com a postura adotada e saber ouvir e observar. As recomendações são dos especialistas Irene Azevedo, diretora de negócios da consultoria LHH/DBM, do coach Roberto Recinella e Fernando Montero da Costa, diretor de operações da consultoria de RH Human Brasil.

Veja abaixo 10 dicas divididas por tópicos dos três consultores de recursos humanos.

1) Escute, observe e aprenda
Escute mais que fale, observe atentamente quem faz parceria com quem e em que ambiente você está inserido, procure conhecer seus pares e estabeleça relacionamento.

Na condição de novato, mesmo com bastante experiência profissional, você terá muito mais a aprender em relação aos aspectos gerais da cultura da empresa e de seu funcionamento do que a ensinar.

Crie um sistema próprio para lembrar os nomes das pessoas que for conhecendo e suas funções.

Conquiste o direito de avançar e falar, aprenda as regras, observando como as pessoas se comunicam e realizam as suas funções. Respeite esse código antes de querer mudá-lo ou enfrentá-lo.

2) Fuja de fofocas e panelinhas
Fuja de fofocas e rótulos. Nos primeiros dias as pessoas tentarão “fazer a sua cabeça” através de histórias e fofocas sobre fulano ou beltrano, por isso, se mantenha no âmbito das conversas casuais e de trabalho. Também evite julgar e “rotular” as pessoas ao seu redor antes de realmente conhecê-las , é comum simpatizarmos com uns mais do que com outros.

Aja com integridade: procure adotar uma postura ética desde o princípio, não discriminando ninguém e não aderindo às famosas panelinhas internas, especialmente aquelas que falam mal da empresa e de suas chefias.

3) Não 'puxe o saco'
Não seja 'puxa-saco', evite tentar fazer alianças estratégicas chamando colegas que julgue importantes ou chefes e chefes dos chefes para almoçar. Nos primeiros dias ande com uma “tribo”, almoce onde eles almoçarem e aproveite para conhecer os seus colegas. Almoçar sozinho não é recomendado, pois passa um ar de arrogância e prepotência, não almoçar e ficar trabalhando é pior ainda. Respeite as hierarquias da empresa, que costuma ser sempre bem apreciado. Caso o seu chefe lhe convide para almoçar, então vá.

4) Atenção à linguagem verbal e do corpo
Cuidado com o seu linguajar, controle as gírias e, principalmente, os palavrões. Não mantenha conversas desnecessárias com os colegas, busque as informações de que necessita, mas não deixe isso se tornar um bate papo. Nada de piadinhas e tapinhas nas costas, seja sério, mas não deixe de sorrir.

5) Não faça comparações
Não compare sua empresa atual com a antiga, pode parecer difícil, então faça isso só dentro da sua cabeça, evite dizer que o ar-condicionado era melhor, a cadeira era mais confortável ou o teclado era ergonômico. Adapte-se à nova realidade, senão, alguém acabará lhe fazendo a perturbadora pergunta: “Então por que você saiu de lá se era melhor?”.

6) Seja humilde
Seja simpático e humilde, não interessa o cargo que irá ocupar, cumprimente todo mundo e aproveite para ouvir as pessoas, afinal, elas estão na empresa há mais tempo que você , esteja aberto para conversar e a contar a sua história, aproveitando para se reinventar e mudar.
Evite ser arrogante. Não caia na armadilha de acreditar que será bem sucedido na nova função fazendo apenas aquilo que fazia bem anteriormente. Aprenda com seus erros anteriores e recrie suas habilidades e talentos e evolua como profissional.

7) Atenção ao horário
Seja rígido com você mesmo , chegue na hora ou até um pouco antes.

8) Cuidado com a roupa
Vista-se de modo tradicional, semelhante à do processo seletivo. Com o tempo você percebe qual a forma de se vestir na empresa.

9) Cautela na aproximação de colegas
Comece a se relacionar primeiro com quem esteja ligado às suas atividades e, depois, na medida em que for sendo requisitado por motivos profissionais, expanda suas relações na empresa.

Não force a barra, conquiste as pessoas aos poucos. Todos nós nos sentimos como um alienígena nos primeiros dias de trabalho, mas lembre-se que outros dias virão, você não precisa fazer tudo nos primeiros dias, isso vale principalmente para as pessoas ao seu redor, cada uma delas tem um ritmo e nem sempre são solidárias com a sua situação, respeite os espaços de cada um. Um novo emprego implica em novas regras e novos relacionamentos evite saltar etapas, segure a sua ansiedade.

Seja você mesmo, relaxe e evite exageros em sua apresentação e interação com os novos colegas e chefes. Evite tentar impressioná-lo com suas histórias de sucesso, aproveite para ouvir e aprender em vez de querer ser o centro das atenções ou mesmo se comprometer em realizar tarefas para as quais ainda não está preparado.

10) Feedback é importante
Faça um acordo de expectativas com seu chefe (o que ele espera de você e quais as ofertas dele para você). Você também deverá dizer quais as suas expectativas e as suas ofertas. Faço o mesmo com cada membro de sua equipe.

Dê e busque obter feedback do seu desempenho: talvez uma das mais importantes hoje em dia, se você quiser de fato desenvolver-se na nova organização em que começou a atuar. Essa cultura do feedback é apreciada pelas chefias e tem sido cada dia mais utilizada pelos empregados como um instrumento de medição do seu próprio desenvolvimento profissional na empresa.





Por Marta Cavallini Do G1, em São Paulo
 

 

15-05-2012 11:15:00

Dinamize Sua Capacidade

Não existem segredos para o sucesso, basta estudar , conhecer bem seu próprio trabalho, executá-lo com atenção e saber responder a tudo quanto for perguntado a respeito desse trabalho. Aquele que vive sem trabalho, após deixar a empresa onde trabalhou muito tempo, passa a envelhecer rapidamente.

Pessoa necessária nesse mundo é pessoa útil. O ser humano útil é abençoado por Deus. No mundo há milhões de pessoas que querem se tornar grandiosas, mas são poucas as que conseguem esse intento. Isto porque , defrontando-se com os problemas, acabam se esquivando, perdendo a coragem, ou pensando desonestamente em enriquecer, trabalahndo o menos possível. A vida tem preço certo e não admite fraude. Somente aqueles que pagam com esforço e trabalho podem obter algo de valor correspondente. Aqueles que acham incomodo escalar até o ponto mais elevado da vida, não poderão contemplar a paisagem em toda a sua vastidão.

Quando voce for incumbido de um trabalho, muito difícil e penoso , não resmungue, não reclame da vida, mas ,veja nele uma chance para desenvolver-se.Pense que é realmente uma ótima oportunidade que lhe estão oferecendo, uma dádiva celeste e execute-o com presteza e sabedoria. Se não houvesse dificuldades todos caminhariam na mesma velocidade e não haveria diferença alguma entre uma pessoa e outra, não surgiriam oportunidades, para voce se sobressair e ser reconhecido. Unicamente as dificuldades podem provar se voce é ouro ou chumbo. Quando voce fizer ressoar seu timbre de ouro, mostrar seu valor, destacar-se de seus companheiros, voce progredirá mais que eles. Dentre os fatos que mais nos causam prazer , sem dúvida, o melhor é a consciencia de que estamos progredindo, dia a dia, que estamos melhorando nosso desempenho a cada dificuldade que surge. para que saiamos vitoriosos. Pense assim: "Que ótima oportunidade para o meu desenvolvimento."

 

Extraído do Livro Dinamize Sua Capacide - Masaharu Taniguchi

14-05-2012 16:52:00

Lembretes sobre Apresentações

Vivian Buchan

1. O roteiro pode ser chamado de "guia dos fatos e dos motivos". Ele impede de falarmos demasiadamente sobre uma idéia, negligenciarmos idéias importantes, sermos obrigados a concluir antes de terminarmos o assunto ou abandonarmos a palestra porque o tempo acabou e não sabemos como terminar.

2. Três idéias principais bastam para que a pessoa comum absorva todas as informações numa palestra.

3. Ei - Você - Veja - Então são as palavras chaves para fisgar uma platéia.

Ao sorrir, você sinaliza Ei.

Ao apresentar o assunto, a platéia torna-se Você.

Ao fazer o discurso, seus ouvintes Vêem.

Ao delinear a conclusão, você chega a Então.

4. Nunca leia um texto! Nunca passe objetos para a platéia! Use cartazes, quadros-negros, mapas, projetores de slides e de filmes. Nunca dê à platéia nada que possa desviar sua atenção de você.

5. Apresente as suas idéias do ponto de vista dos seus ouvintes.

6. Não diga que vai fazer uma apresentação. Diga que vai conversar com as pessoas.

7. Oradores que dão palestras preocupam-se demais com técnicas de oratória. Elas não conversam com suas platéias.

8. Praticamente tudo o que foi escrito sobre gestos é vazio e insensato. Até mesmo os instrutores de oratória tentam forçar regras. Eles dizem: "Nunca ponha as mãos nos bolsos", Nunca bata na tribuna com o punho", "Nunca ande pelo tablado". Um completo absurdo. Os gestos mais eficazes às vezes violam todas as regras acadêmicas.

9. Quando falar, lembre-se de que o familiar é sempre reconfortante.

10. Pensar faz pensar. Quanto mais se pensa, mais se pode pensar. Quanto mais se sabe, mais se deseja aprender.

Fonte de Consulta

BUCHAN, VIVIAN. Como Fazer Apresentações com Segurança: um Guia para o Sucesso no Mundo dos Negócios. Rio de Janeiro, Ediouro. 1995.
 

11-05-2012 17:39:00

Mãe, queremos tocar seu coração

*Erika de Souza Bueno
 
Pedimos agora ajuda para as palavras, mesmo que parecem insuficientes. Queremos tocar seu coração, pois é lá que encontramos nossa melhor moradia. Na expressão de seu olhar, achamos cuidado, carinho e compreensão, tão escassos nos dias de hoje. O calor de seu colo é mais desejado que o calor de dias de folga e férias. Nenhum dia faria sentido para nós se a senhora não tivesse nos ensinado o bom caminho.
 
Trocamos qualquer contato com amigos e conhecidos por um pouquinho que seja das carícias que somente suas mãos sabem fazer. O conforto do seu abraço é o melhor calmante para nos faz dormir mais sossegadamente, mesmo em dias que parecem infindáveis pelo cansaço e visível esgotamento.
 
Nem a pior forma de distância pode fazer com que suas palavras se distanciem de nós, pois, muito mais do que com a mente, aprendemos com o coração.
 
O perfume das rosas com as quais queremos presenteá-la não se compara ao doce cheiro de quando nos oferece o seu ombro para chorar. A beleza das joias que hoje desejamos comprar para dar a você, mamãe, é apenas uma simples mostra do elegante gesto que a senhora teve ao nos segurar no colo.
 
Mesmo já crescidos, não desprezamos o seu abraço, o seu carinho e o seu amor. Quando crianças, íamos até a senhora para vermos nossas necessidades mais básicas serem satisfeitas. Hoje, no entanto, ainda apresentamos as necessidades que temos de, simplesmente, tê-la perto de nós.
 
Compará-la a um rio incessante talvez nos ajude a dizer o quanto a senhora sabe lavar nossos corações de tantas bobagens que a vida tenta nos impor. Talvez, se a comparássemos com um bosque frutífero, conseguiríamos fazê-la entender como a senhora é importante para nos alimentarmos de palavras e gestos que nos fazem viver mais e melhor.
 
Contudo, nada disso é suficiente para demonstrarmos o quanto a amamos e, mesmo estas palavras, são ineficazes para demonstrar tudo o que sentimos pela senhora. Só queremos então dizer: amamos você, mamãe. Feliz Dia das Mães!
 
 
*Erika de Souza Bueno é Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família.
09-05-2012 17:24:00

As lições que as primaveras nos deixam

* Erika de Souza Bueno
 
“Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira”. São palavras de Cecília Meireles, que hoje parecem esquecidas, desconsideradas. Entre uma estação e outra, muita coisa acontece, muita gente deixa de existir, muitas pessoas reaprendem a viver. Há poesia, há beleza, há sentimento em quaisquer momentos, e cada um deles tem muito a nos ensinar. 
 
A sabedoria, contudo, pode não ser evidente, principalmente quando nossos olhos estão voltados apenas para o nosso próprio bem-estar, ao desconsiderarmos a importância do outro para sermos, de fato, completos. 
 
É claro que, às vezes, os fatos só nos são claros dentro de muitos anos, após termos vivido o suficiente para atribuirmos valores justos ao que realmente é importante. Às vezes, a vida nos tira alguém sem nos permitir um último abraço, um pedido de desculpas, um sincero “eu te amo”. São fatores importantes da vida que podem acontecer com todo mundo, mas nem todo mundo pensa em tais aspectos.
 
Como nos versos acima, a primavera nos ensina a importância de nos permitir cortar para, depois, termos chances de voltarmos mais inteiros, mais completos. Assim como as flores são cortadas na primavera, é importante cortar nossa vez de falar, de agir impulsivamente, de alimentar possibilidades insanas.
 
Deixar passar aquele momento de ira para depois pensar melhor no que fazer é uma boa dica de sabedoria que a primavera nos dá, pois ela é a passagem entre o frio do inverno e o calor do verão, ensinando que nem tudo precisa ser tratado a “ferro e fogo”. 
O perfume das flores não as protege da ação do homem que as corta para seu próprio deleite. O perfume faz com que as desejemos por perto e daí uma das necessidades do corte, tal como uma dor necessária que nos faz crescer e amadurecer.
 
A cada primavera que alguém completa, felicitações lhe são desejadas. A cada novo ano, uma nova oportunidade que é construída no passar dos dias e dos meses. Mesmo se não estivermos “na primavera da vida”, em anos de juventude e maior vitalidade, eles precisam deixar em nós, ao longo do tempo, impressões de sabedoria e conhecimento, conquistados com o observar da beleza de cada estação de nossas vidas.
 
 
* Erika de Souza Bueno- Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo.Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família
09-05-2012 10:56:00

A importância do RH nas pequenas empresas

*Daniel Huallem
 
Como desenvolver e manter a gestão eficaz de Recursos Humanos em uma empresa de pequeno porte para envolver e reter talentos? E como o departamento pode apoiar o processo de crescimento da companhia? Estas questões são comuns aos gestores de pequenas empresas que se preocupam com o bem-estar dos colaboradores e acreditam que o ambiente profissional é fundamental para sua fidelização.
 
O RH é essencial para que uma empresa cresça de forma estruturada e sustentável, uma vez que, a partir do business plan definido pela diretoria, o departamento de gestão de pessoas pode orientar os colaboradores na busca dos resultados esperados. Mas, para que isso funcione de modo satisfatório, os decisores precisam enxergar no RH um verdadeiro aliado, pronto para garantir o suporte necessário na condução do crescimento da companhia. As expectativas precisam ser claras e traçadas em conjunto, assim, o profissional terá uma visão macro de onde a empresa pretende chegar e o que deve fazer em seu dia a dia, transformando planos em metas.
 
O que muitos gestores não sabem é que mesmo uma empresa de pequeno porte pode, ou melhor, deve, ter um departamento de Recursos Humanos atuante e organizado para mediar as relações, compartilhar informações, criar padrões de trabalho e acompanhar sua evolução. Muitos erram ao tentar adaptar em uma PME modelos prontos que funcionam em grandes corporações. O RH de uma empresa precisa nascer com ela, estar presente desde sempre, fazer parte do seu DNA, pois isso garante que as ações sempre estarão alinhadas às necessidades de cada fase.
 
Numa pequena empresa a proximidade da equipe pode ser um grande diferencial, até competitivo. Uma equipe próxima tende a ficar mais forte e comprometida. E reforço que proximidade não significa falta de profissionalismo ou regras, mas a possibilidade de ser mais flexível e adaptável. Não raro, colaboradores que trocam uma grande empresa por uma PME sentem um choque positivo. Acostumados à falta de flexibilidade, muitos se surpreendem com a opção de ter os benefícios ajustáveis a suas necessidades e cargo, por exemplo, o que geralmente é inviável em uma grande corporação pela dificuldade de operacionalizar cada caso separadamente.
 
Quando se tem uma equipe menor, o RH consegue desenhar planos de carreira e desafios de acordo com perfil e aptidão de cada colaborador, sempre alinhado às metas da empresa, e acompanhar de perto o desenvolvimento do mesmo. O profissional, por sua vez, gosta de ter seu plano personalizado, sente o quanto seus pontos fortes são valorizados e utilizados, além de ter claro o caminho que deve seguir para melhorar seus pontos mais fracos. Esse acompanhamento também fica mais fácil numa PME, onde os gestores conseguem se envolver pessoalmente no desenvolvimento dos seus colaboradores.
 
Os executivos também precisam ter em mente que uma pequena empresa não pode usar o seu porte como argumento para oferecer salários abaixo do mercado. Independentemente do tamanho de uma companhia, ela sempre deseja os melhores profissionais, afinal, disso depende seus resultados e crescimento. Portanto, para ter os melhores colaboradores, é preciso oferecer salário e benefícios compatíveis.
 
Qualquer empresa, independentemente de porte ou segmento de atuação, é feita por pessoas. Em alguns casos, como nas empresas de consultoria, por exemplo, isso é ainda mais característico, pois o capital intelectual é o principal ativo, fazendo com que o sucesso dos negócios esteja diretamente relacionado à dedicação desses profissionais que, por sua vez, produzem melhor quando se sentem motivados e valorizados. Portanto, a gestão do capital humano sempre requer atenção e deve ter como foco o desenvolvimento de ações em prol do bem comum, administrando a busca por ganhos de todos os lados.
 
*Daniel Huallem é CEO da BExpert

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