"Refrescar" a lembrança da equipe sobre seus bons resultados favorece imagem profissional
Como garantir que seus superiores não se esqueçam dos resultados positivos que você obteve e dos bons serviços que prestou à empresa? Num trabalho intitulado "What have you done for me lately" (O que você tem feito para mim ultimamente), o professor Yianis Sarafidis, da Insead, uma das principais instituições de ensino empresarial da Europa, observa que a memória do homem é muitas vezes falha e incorreta e que essas limitações podem comprometer as relações humanas, principalmente quando dizem respeito ao trabalho.
O professor observa ainda que a memória trabalha por similaridade e repetição, e um bom exercício para aquele que não quer ser esquecido é contribuir para estimular a memória do outros, dando-lhes uma mãozinha. O mesmo pode ser aplicado em processos seletivos: para não passar despercebido, use essa estratégia, sem excesso, é claro, e fixe sua marca.
E os erros, será que também são facilmente esquecidos? Como age a memória dos outros nesse caso? Stephen Covey, quando explica o conceito de "conta bancária emocional", mostra que a lógica é inversa quando se trata de atitudes fracassadas, principalmente quando surtiram efeito negativo, ou trama, sobre outrem. Na linguagem popular, isso fica explícito pela idéia: quem agride o outro, logo se esquece de que bateu, mas quem apanhou sempre lembrará...
Escorregões à parte, procure não confiar 100% na memória de pares, superiores e avaliadores; mantenha sua exposição em equilíbrio e comece a "refrescar" a lembrança deles sobre as boas coisas que tem feito.
Uma boa semana a todos.
Entre as inúmeras siglas que tem feito parte da CES (que aliás, é uma abreviação para Consumers Electronics Show) uma delas tem chamado a atenção por representar uma tecnologia que permite o desenvolvimento de televisores ultrafinos e até mesmo de telas dobráveis, com alta qualidade de imagem: AMOLED.
Champagne
"Meu único arrependimento na vida é não ter bebido mais Champagne" John Maynard Keynes, economista inglês (1883-1946)
"Sou abstêmio apenas para cerveja, não sou abstêmio para Champagne!"Bernard Shaw, escritor irlandês (1856-1950)
"Borbulhas do Extase" Valmir Macedo, Colunista do portal 45graus.com.br
Perlage: o conjunto de borbulhas do champagne
Editoria: Curiosidades e Conhecimento
Segunda-feira, 15 dez 2008 - 09h54
Acerte seu relógio: 2008 será o ano mais longo desde 1992
Carreira
O orçamento não goza de bom conceito junto às pessoas da empresa. Os antigos contadores acreditavam que os orçamentos eram uma forma eficiente de se aplicar pressão sobre os setores e pessoas da empresa.
Números do Brasil!
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Tipo de Despesas
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Em % Salário
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Previdência social
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20,00
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FGTS
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8,00
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Salário Educação
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2,50
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Acidentes do Trabalho (Média)
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2,00
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SESI/ SESC/ Sest
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1,50
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SENAI/ SENAC/ Senat
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1,00
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SEBRAE
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0,60
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INCRA
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0,20
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Subtotal 1
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35,80
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Repouso semanal
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18,91
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Férias
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9,45
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Abono de Férias
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3,64
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Feriados
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4,36
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Aviso Prévio
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1,32
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Auxilio-enfermidade
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0,55
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Sub Total 2
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38,23
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13º. Salário
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10,91
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Despesas de Rescisão Contratual
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3,21
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Sub total3
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14,12
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Incidência cumulativa (obrigações tempo não trabalhado)
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10,91
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Incidência do FGTS sobre o 13º. Salário
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3,21
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Subtotal 4
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14,12
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Total Geral
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102,27
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Um novo estudo americano sugere que pessoas na meia-idade ou mais velhas aumentam o poder de seus cérebros com o uso da internet.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia-Los Angeles descobriram que a busca de dados pela rede estimula centros do cérebros que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.
Segundo os cientistas, isso pode até ajudar no combate a mudanças fisiológicas relacionadas à idade que levam o cérebro a ficar mais lento.
Com o envelhecimento, o cérebro passa por uma série de mudanças, incluindo o encolhimento e redução na atividade celular, o que pode ter um impacto no desempenho cerebral.
Acreditava-se que atividades como palavras-cruzadas ajudariam a manter o cérebro ativo e também a minimizar o impacto do envelhecimento. O novo estudo sugere que surfar pela internet também pode ser uma destas atividades.
"Os resultados do estudo são encorajadores, as tecnologias que estão surgindo podem ter efeitos fisiológicos e benefícios potenciais para adultos de meia-idade ou mais velhos", diz o professor Gary Small, que liderou a pesquisa.
"As buscas na internet envolvem uma complicada atividade cerebral, que pode ajudar a exercitar o cérebro e melhorar as funções cerebrais", acrescenta Small. O estudo foi publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry.
Exames
Os cientistas trabalharam com 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos. Metade era formada por usuários experientes da internet. Cada voluntário teve o cérebro examinado enquanto fazia buscas na internet e lia livros.
Os dois tipos de tarefas deram provas de uma atividade significativa em regiões do cérebro que controlam linguagem, leitura, memória e habilidades visuais.
No entanto, a busca na internet produziu atividade adicional em áreas separadas do cérebro, que controlam a tomada de decisões e raciocínos complexos, mas apenas nos voluntários que eram usuários experientes da internet.
Segundo os pesquisadores, comparando com a simples leitura, as múltiplas escolhas da internet exigem que as pessoas tomem decisões a respeito do que clicar para conseguir informações relevantes.
Os cientistas sugeriram, porém, que os usuários inexperientes da rede não conseguiram compreender bem as estratégias necessárias para uma busca bem-sucedida.
"Uma tarefa simples, cotidiana, como fazer buscas na internet, parece intensificar os circuitos cerebrais nos adultos mais velhos, demonstrando que nosso cérebro pode continuar a aprender à medida que envelhecemos", afirma Small.
"Essas descobertas fascinantes se somam a pesquisas anteriores e sugerem que pessoas de meia-idade ou mais velhas podem reduzir o risco de sofrer de demência ao praticar regularmente atividades cerebrais estimulantes", diz Rebecca Wood, diretora-executiva da organização Alzheimer''s Research Trust.
"Interação social frequente, prática regular de exercícios e a manutenção de uma dieta balanceada também podem reduzir o risco de demência", acrescenta Wood.
No entanto, para Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer's Society, "ainda há poucas evidências de que manter o cérebro ativo por meio de palavras-cruzadas, jogos e outras atividades" pode reduzir o risco de demência
Créditos: IWN