Família de Emilly se reúne com Wellington Dias e pede justiça

Por: Francisca Pinto

De acordo com o governador, a investigação do caso terá lisura total sem que qualquer privilégio seja concedido a quem quer que seja.

Família de Emilly se reúne com Wellington Dias e pede justiça Foto: Ascom

Nesta segunda-feira (8), a família da menina Emily Caetano Costa, morta durante uma abordagem policial no dia 25 de dezembro, foi recebida pelo governador Wellington Dias, no Palácio de Karnak. Ainda muito abalados, os pais, Evandro da Silva Costa e Daiane Félix Caetano, acompanhados do advogado da família, pediram justiça ao Estado.

De acordo com o governador, a investigação do caso terá lisura total sem que qualquer privilégio seja concedido a quem quer que seja. Wellington Dias ainda reforçou a viabilidade das políticas públicas estaduais para o amparo aos familiares. Dias garantiu aos pais de Emily que todos os procedimentos serão adotados em obediência à Lei e comunicou ter determinado a suspensão da portaria que atribui à PM as investigações de crimes contra a vida cometidos por policiais militares.

O governo se responsabilizará pela assistência psicológica e social da família, dentro das políticas de Estado. Em razão disso, uma equipe de psicólogos da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc) já acompanha os pais e as outras filhas do casal.

O pai, Evandro da Silva, que é músico, está com um projétil alojado na cabeça e tem parte da audição comprometida. Por conta disso, o Estado dispôs a estrutura do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) que fornecerá todo o acompanhamento para a restabelecimento da saúde de Evandro.

Como medida emergencial em virtude da recuperação do pai, que ainda não teve alta para retornar ao trabalho e devido a isso a família não dispõe de qualquer renda, a Sasc também firmou compromisso para a doação temporária de cestas básicas e fraldas para a filha mais nova do casal, de nove meses de idade, e um apoio através do Programa Bolsa Assistência Social.

Para reforçar a assistência às vítimas, Wellington apontou ainda para a disponibilidade do cadastro na Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), para que o casal possa ser atendido pelo programa de habitação do Estado.

 

Fonte: CCom 

 

 

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