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Ministério libera R$ 11 milhões para amenizar efeitos da seca no PI

Por: Rodrigo Antunes

Recursos foram conseguidos após audiência do governo com Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, em Brasília.

Ministério libera R$ 11 milhões para amenizar efeitos da seca no PI Governo se reúne com ministro em Brasília. Foto: CCOM

Ministério da Integração Nacional,  deverá liberar para o estado do Piauí um aporte de verbas no valor de R$ 11 milhões para amenizar os efeitos da seca no estado.

A informação é do governador Wellington Dias, que esteve em audiência com o ministro Helder Barbalho nesta quarta-feira (20) acompanhado do secretário de Defesa Civil, Hélio Isaías, do senador Ciro Nogueira e do deputado Antônio Felix. Na oportunidade, foram tratadas respostas à crise de abastecimento d’água, principalmente nas regiões entre as divisas dos estados do Piauí com Ceará, Pernambuco e Bahia, que correspondem a 62 municípios.

“Na audiência, conseguimos o compromisso do ministro Helder de, já na próxima semana, ajudar o Piauí na liberação de R$ 11 milhões. Compreendendo a importância do pleito, foi colocado para que se possa tratar emergencialmente do atendimento humano, como nas cidades de Curimatá, São Raimundo Nonato, Jaicós, Fronteiras e em outras cidades que precisam desse atendimento”, informou Wellington.

O secretário da Defesa Civil deverá se reunir, em breve, com a Defesa Civil nacional. "Estamos em um momento difícil no estado do Piauí. O ministro [Barbalho] já sinalizou a liberação de recursos para ações emergenciais nos 40 municípios que estão com dificuldades de abastecimento nas zonas urbanas", adiantou Hélio Isaias.

Na audiência com o ministro foi tratado ainda sobre o projeto relacionado à Adutora de Engate Rápido, em São Raimundo Nonato. Barbalho firmou o compromisso de analisar a solução proposta pelo Tribunal de Contas à Barragem de Castelo. O reservatório será o 2º maior do Piauí, com capacidade de armazenar 2,6 bilhões de metros cúbicos de água, ficando atrás apenas da Boa Esperança, em Guadalupe.

Com informações da CCOM

 

 

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