Área de Parque Ambiental sofre depredação em Lagoa de São Francisco (PI)

Em visita nesta terça-feira (15) ao Morro da Coã localizado a seis quilômetros da sede do município de Lagoa de São Francisco (PI), pela equipe do CERAC (Centro Regional de Assessoria e Capacitação) dentro do Programa Água Brasil e do líder comunitário e conselheiro da Área de Proteção Ambiental da Serra da Ibiapaba vereador Henrique Manoel do Nascimento. Nesta visita foram detectados vários problemas de depredação como desmatamento, resíduos de fogo nas pedras onde ficam situadas as escrituras rupestres danificando as mesmas, várias tocaias para captura de animais silvestres, pichação das pedras por vândalos e presença de lixos deixados pelos visitantes. A vegetação características é a de cerrado com presença de árvores grandes.

 

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A proposta do Parque Estadual Morro da Coã tem como finalidade de funcionar como uma unidade de conservação que tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de turismo ecológico.
 
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Um dos principais objetivos dessa preservação é proteger os recursos naturais e culturais dessa área preservando fauna, flora, sítios arqueológicos, além de proporcionar a conscientização da necessidade de se preservar o meio ambiente.
 
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Não deve deixar lixo em um parque. Todo o lixo deve ser recolhido e deixado em local apropriado, também não pode trazer nada porque tudo faz parte do parque e serve como material de estudo, assim como cassar, pescar e capturar animais silvestres são proibidos por lei. Nada pode ser deixado em um parque como animais domésticos e sementes que não fazem parte da vegetação nativa por que podem interferir no ecossistema natural do parque.
 
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Em contato com o Presidente do Centro Ecológico Morro da Coã Professor Everardo Santos lamenta a depredação do local. “Já fizemos denunciamos os desmatamentos ao IBAMA, SEMAR e ICMBio, mais os mesmos nunca compareceram” revela o presidente da entidade que  está decepcionado com as autoridades competentes. O ecologista alertam que proprietários da região alem de desmatar, estão cercando a área como meio de inserir a em sua propriedade particular.
 
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Para Horácio, que Coordena no CERAC (Centro Regional de Assessoria e Capacitação) as ações do Programa Água Brasil na bacia do Longá, o Morro da Coã necessita de fato se consolidar como uma Unidade de Conservação. “O Morro da Coã está localizado a cinco quilômetros do Rio dos Matos, uma sub-bacia que estamos trabalhando o Programa Água Brasil e é de fundamental importância a preservação dessa área” comenta o coordenador.

 

 

 

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