Prefeitura de Picos fará licitação para empresa tratar aterro sanitário

Por: Rodrigo Antunes

A intenção é que uma empresa do ramo já possa iniciar os trabalhos de administração do aterro a partir do próximo mês de dezembro.

Prefeitura de Picos fará licitação para empresa tratar aterro sanitário Aterro sanitário de Picos. Foto: ascom

A Prefeitura de Picos está contratando uma empresa especifica para tratar a questão do aterro sanitário da cidade.

Segundo o diretor financeiro da Secretaria de Meio Ambiente de Picos, Francisco Armínio, a intenção é que uma empresa do ramo já possa iniciar os trabalhos de administração do aterro a partir do próximo mês de dezembro.

“Estamos trabalhando em parceria com a Secretaria de Serviços Públicos e o prefeito Pe. Walmir nessa intenção. Já existe um processo licitatório com vistas a contratar uma empresa específica em administração de questões ambientais referentes ao aterro sanitário. Isso já em meados do mês que vem”, assegura Francisco Armínio.

O processo de licitação em questão foi iniciado na última segunda-feira (28) e que a referida licitação está passando pelos devidos trâmites legais, obedecendo às regras impostas pela legislação atual.
“Sobre a licitação, reforçamos que algumas empresas já demonstraram interesse em participar. O que o prefeito Pe. Walmir espera é que tudo ocorra dentro da normalidade e que a fiscalização e administração do aterro sanitário picoense seja de fato eficiente e que traga benefícios à nossa sociedade como um todo”, reforça.

Francisco Armínio acredita que por meio de uma administração específica, o aterro sanitário local não causará nenhum dano ao meio ambiente em si, assim como aos moradores do seu entorno. Diz ainda que desde a semana passada uma equipe da Secretaria de Serviços Públicos está no local fazendo uma limpeza do local, visando mitigar qualquer espécie de dano oriundo dos resíduos lá depositados.

“Enquanto o processo licitatório não termina e a empresa vencedora assuma, estamos com equipes de ordenamento dos resíduos, onde a intenção é conter danos posteriores como incêndios e que se espalhem, causando transtornos no seu entorno”, observa Francisco Armínio.

 

 

Fonte: ascom

 

 

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